Hoje, 29 de Abril, o telejornal da RTP1 noticiou que
foi dado um alerta pela O.M.S (Organização Mundial de Saúde) acerca de um
herbicida “Glifosato”.
Segundo consta, todos os Portugueses (TODOS sem
excepção) nos últimos anos andaram a consumir produtos que contêm vestígios
desse herbicida glifosato usado na agricultura, que é CANCERÍGENO.
Qualquer um de nós, geralmente, costuma comprar em
supermercados legumes, frutos, vegetais, produtos como batatas, cenouras,
alface, couve, tomate, cereais, arroz, enfim muitos produtos! Também está
presente nos produtos de higiene pessoal.
Óleos alimentares, farinhas de milho e maioneses também contêm glifosato.
Agora gostava de saber o que vão dizer os cépticos
que sempre nos criticaram e acusaram de teóricos de conspiração quando dizemos
que existe uma Cabala da Elite para controle populacional, esterilização da
população e causar doenças.
Não é apenas o glifosato que causa cancros, existem
muitos mais produtos nos alimentos, existe o aspartame substituto do açúcar em
produtos light, existe o flúor na água, existem os produtos geneticamente
modificados, existe a poluição atmosférica, existem centenas de venenos que
entram no nosso organismo diariamente.
Considerada potencialmente cancerígena pela Agência
Internacional de Investigação para o Cancro (IARC) da Organização Mundial de
Saúde, esta substância é utilizada generalizadamente no mundo. Em Portugal é
usada não só por agricultores e proprietários rurais, mas também por autarquias
no espaço urbano para eliminar vegetação em passeios e jardins.
Segundo a notícia da RTP1, a concentração de
glifosato no organismo dos Portugueses é 20 vezes superior à percentagem de
glifosato no corpo dos Suíços.
Não faltam apelos para que se proíba a sua
comercialização.
O mais recente deu entrada esta semana, na Assembleia da
República, pela mão do Bloco de Esquerda. Os bloquistas recomendam ao Governo
que vote contra a renovação da licença de glifosato na União Europeia e proíba
o seu uso em Portugal, seguindo o princípio da precaução.
“Com esta resolução
queremos trabalhar a transição para técnicas alternativas, tendo em conta que
esta substância é cancerígena e é usada de forma intensiva e desregulada”,
sublinha o deputado Jorge Costa, lembrando que glifosato foi recentemente detectado
em produtos alimentares e de higiene pessoal.
Também o bastonário da Ordem dos Médicos, José
Manuel Silva, chama a atenção para a “toxicidade” e “as evidências dos riscos”.
Aplaudindo a iniciativa do BE, o bastonário sublinha que “o glifosato devia ser
suspenso não só em Portugal mas em todo o mundo tendo em conta o seu potencial
cancerígeno”.
Num artigo publicado na revista da Ordem, José Manuel Silva
refere estudos que “demonstram a associação epidemiológica do glifosato e o
aumento de patologias como a doença celíaca,
infertilidade, malformações
congénitas ou doença renal” e que “há uma relação entre a exposição a esta
substância e o linfoma não Hodgkin detetado em agricultores”.
Existem alguns estudos controversos, quando ao
efeito cancerígeno, porém são estudos financiados por 23 empresas agroquímicas,
ou seja não são confiáveis.
O herbicida foi inventado nos anos 70, pela multinacional americana Monsanto. Hoje em dia, só em Portugal, há mais de 20 marcas que comercializam glifosato. É um herbicida total, não selectivo - o que quer dizer que mata qualquer tipo de planta.
A RTP tem conhecimento da morada e dos métodos analíticos, mas a universidade exigiu anonimato. Está a preparar um estudo científico sobre o glifosato, uma investigação blindada às pressões externas que só deverá ser divulgada no verão.
fontes:
Rtp
Expresso